L’Oréal testa em animais. Boicote!

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Há alguns dias estive com a Nicole, que também é blogueira, e fizemos um vídeo falando sobre a marca L’Oréal e também um pouco sobre os testes em animais. Quer ver? Dá uma olhada (dá pra assistir em alta definição!):

Aprenda a fazer coxinha vegana

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Já foi a época de nutella, bacon (argh), café, doritos, mas esse ano a nossa humilde e famosa coxinha virou vedete. E quem pensa que vegano não come, está redondamente enganado: no final deste post, um vídeo ensina a fazer uma versão sem nada de origem animal, com recheio de proteína texturizada de soja (a “carne” de soja). Já experimentei coxinha vegana de proteína de soja, com recheio de “calabresa” com vegarela (um tipo de mussarela veg), shiitake, shimeji, jaca verde e palmito. Amei todas!

A que rende mais e sai mais em conta é a de proteína de soja, sem dúvida. Mas a mais saborosa e ao mesmo tempo ainda com um bom custo x benefício é a de palmito. Basta comprar um vidro de palmito de boa qualidade (o palmito tem que estar bem macio), escorrer a água, lavar um pouco para sair grande parte do sal e colocar no processador por uns 2 minutos. O processador irá “desfiar” o palmito, deixando com uma aparência semelhante à do frango. No entanto, como o palmito é branco, você pode colocar colorau e curry – que além de dar cor, deixarão o recheio mais saboroso. No liquidificador também é possível fazer isso (talvez você precisará usar um pouco da água da conserva para “dar liga” para bater), mas no processador dá mais certo e menos trabalho.

Ok, chega de papo. Vamos ao vídeo, então?

Essa receita rende mais ou menos um prato cheio de coxinhas pequenas. Dá para deitar e rolar!

 

 

 

 

Hidratante Corporal Linha Sapien Woman da Surya

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Já faz um tempo que a Surya lançou novos produtos, inclusive eu havia visto na feira Naturaltech, mas só agora tive oportunidade de testar algum deles. Para quem não conhece, a linha Sapien Woman da marca é orgânica, vegana e além do uso de ingredientes naturais que nutrem pele e cabelos sem agredir a saúde e o meio ambiente, um diferencial interessante é o uso de fragrância natural a partir de extratos de coco e manga, com toques de baunilha e framboesa.

De fato, assim que coloquei o hidratante na pele pela primeira vez, surtei!! Achei o aroma incrível, levemente adocicado sem ser enjoativo. O toque de baunilha (minha obsessão) não prevalece tanto, acho que o que predomina é a framboesa. Na minha pele não costuma a durar o dia todo, mas noto que fico perfumada por um bom tempinho (duas ou três horas).

A hidratação é suficiente para mim (minha pele é bem seca no corpo) e a absorção não é demorada, embora o creme tenha textura mais consistente. Também não me senti melecada depois da aplicação, em alguns minutos já nem noto mais o produto, percebo apenas maciez e hidratação. Vale notar que o creme tem bom rendimento, espalha fácil na pele.

Enfim, um dos hidratantes que mais gostei por esses tempos! É possível comprá-lo na Capym Store, uma das novas lojas parceiras aqui do blog. Recebi um kit de lá recentemente e achei a Daniela, dona da loja, uma querida, extremamente atenciosa. Vale a pena conhecer.

A polêmica do projeto de lei que proíbe testes em animais para cosméticos no Brasil (PL 6602/2013)

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animals Em junho desse ano, a aprovação no Senado do PL 6602/2013, que pretende abolir os testes em animais para cosméticos no Brasil, deixou ativistas esperançosos. Se aprovado na íntegra, seria um passo importante, embora tímido, em direção ao fim da experimentação animal no país. A decepção veio logo em seguida: ao ser aprovado, modificações no projeto de lei abriram brechas que, na prática, permitiriam os testes em animais para cosméticos em determinadas circunstâncias – não seria uma proibição absoluta (como gostaríamos e achávamos que fosse). O entendimento acerca desse projeto de lei (e de outras leis brasileiras relacionadas à experimentação animal) se faz necessário para que possamos nos mobilizar junto às organizações e ativistas que lutam pela causa, pressionando o Legislativo. Além disso, é importante estarmos informados para boicotar marcas que testam em animais e, pelo SAC, tentam enganar o consumidor, omitindo a prática.

Alteração polêmica no PL 6602/2013

A redação original do PL 6602/2013 (leia aqui na íntegra) é de autoria do deputado federal Ricardo Izar Jr. (sob a consultoria da ONG Cruelty-free international), mas foi alterada sob pressão de órgãos ligados à ciência e tecnologia (que não são exatamente a favor do fim dos testes em animais). A alteração mais polêmica se refere ao parágrafo 8:

§ 7º É vedada a utilização de animais de qualquer espécie em atividades de ensino, pesquisa e testes laboratoriais que visem à produção e ao desenvolvimento de produtos cosméticos e de higiene pessoal e perfumes quando os ingredientes tenham efeitos conhecidos e sabidamente seguros ao uso humano ou quando se tratar de produto cosmético acabado nos termos da regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

§ 8º No caso de ingredientes com efeitos desconhecidos, será aplicada a vedação de utilização de animais de que trata o § 7º, no período de até 5 (cinco) anos, contado do reconhecimento de técnica alternativa capaz de comprovar a segurança para o uso humano.

De acordo com o biólogo Sergio Greif, o parágrafo abre brecha para que se siga utilizando animais para testes de novos ingredientes, bem como novas formulações, num período de cinco anos. No entanto, esses cinco anos passam a contar não a partir da data em que determinada técnica substitutiva tenha sido desenvolvida, mas sim cinco anos após ela ter sido reconhecida pelo Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (BraCVAM). Isso fere, inclusive, o que está disposto na Lei de Crimes Ambientais, que diz que é proibido o uso de experimentação animal quando existem recursos alternativos.

Para piorar, a redação da lei não deixa claro por quanto tempo os testes em animais podem ser feitos a partir do momento em que esses testes começam a ser conduzidos porque não existem métodos alternativos, naquele caso. Por exemplo: se 10 anos se passarem até que um método alternativo seja criado, mais 10 anos se passem até que ele seja aprovado como método alternativo e mais 5 se passem até que a empresa resolva implementar o método alternativo, ela conduzirá os testes em animais por 25 anos, com respaldo da lei. É absurdo!

E, claro, o emenda no PL 6602 também não considera que a indústria da beleza é extremamente competitiva e sempre estarão surgindo novos ingredientes com efeitos desconhecidos.

Ativistas pelos direitos dos animais contra a alteração no PL 6602/2013

Entre dezenas de outras, a ONG Veddas tem feito forte pressão para que o PL seja aprovado sem alterações. Inclusive, foi criado um site para tratar exclusivamente sobre o assunto, o “Altera PL 6602″. Nele, é possível assinar uma petição e também se informar melhor sobre o projeto de lei, contando com depoimento de ativistas e profissionais do meio científico (que, claramente, são contra os testes).

A blogueira Nicole Gonçalves entrevistou o ativista e presidente do Veddas, George Guimarães, sobre o PL 6602. Veja abaixo:

A situação atual do PL 6602/2013

No dia 4/10 entrei em contato com Fabio Chaves (ativista e dono do portal Vista-se) para saber a quantas anda o PL no Senado e, segundo ele, o deputado Ricardo Izar disse que o congresso está em recesso por conta das eleições. Logo, o projeto está parado. No entanto, ele entrará em contato novamente com Izar após as eleições para saber como ficarão as coisas. Até lá, cabe a nós pressionar o Legislativo e dar apoio às ONGs para que o PL seja aprovado na íntegra, sem brechas que colaborem para perpetuar a experimentação animal no país.

 Fontes e referências: Vista-se; Frank Alarcón; Veddas

Condicionador de Lavanda e Palmarosa para cabelos secos e danificados da Prymeva

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Foto por Flávia Rodrigues

Composição: Water (Aqua), Xanthan gum, Cetyl alcohol, Glyceryl stearate, Stearic acid, (Cetearyl olivate and Sorbitan olivate), Argan Spinosa Kernel Oil, Pentaclethra macroloba seed oil, Glycerin, Astrocaryum murumuru st grade, Tocopheryl acetate, Sodium Hydroxide, (Dehydroacetic acid and Benzoic acid and Benzyl alcohol), Lavandula hybrida oil, Cymbopogon citratus (lemongrass) oil, Cymbopogon martini oil, Glyceryl caprylate, Triticum vulgare (wheat) germ extract, Chamomilla recutita extract, Lavandula angustifólia (Lavender) extract, Panthenol, Latic acid and *Pogostemon cablin oil (Hydrolate or floral Waters). * Produtos orgânicos certificados

Fazia tempo que eu estava espiando os produtos da Prymeva, mas nunca havia tido a oportunidade de testar (aí a Flavia da Cheiro de Mato me enviou!). A marca é relativamente nova nesse ramo de cosméticos orgânicos e naturais, mas têm conquistado seu espaço pouco a pouco. Fico feliz demais em ver empresas investindo nesse nicho – mostra que a preocupação com o meio ambiente e com a saúde do consumidor é cada vez maior, o que é ótimo.

Segundo a descrição da marca, esse condicionador tem um “perfume delicioso e inúmeros ativos, dentre eles o óleo de argan, que juntos conferem aos fios hidratação, dando brilho e fixando seu aroma.” Além disso, promete conferir “um tratamento de maneira natural ao couro cabeludo e da fibra capilar, mantendo os cabelos limpos, tratados e perfumados por mais tempo, devido ao alto poder de fixação dos seus óleos essenciais. ” O produto possui em sua fórmula óleo essencial de Lavanda (Lavandin), Óleo essencial de Palmarosa, Hidrolato de Patchouli, Óleo de Argan, Manteiga de Murumuru, Extrato Vegetal de Camomila, Germe de Trigo e Lavanda. Vale mencionar que o produto é vegan (assim como todos que mostro aqui no blog), 100% natural e possui ingredientes orgânicos certificados pelo IBD.

O produto tem um aroma suave, levemente floral, que perfuma os cabelos de forma bem sutil (nos meus fios dura cerca de um dia). O condicionador tem textura bem cremosa e razoavelmente espessa, mas espalha com facilidade e tem um bom rendimento. O único problema é que a embalagem dificulta a saída do produto. Creio que uma versão em bisnaga resolveria bem.

Ele não é o tipo de condicionador que “derrete” os fios logo depois da aplicação, ainda no banho. Mas em termos de resultados, achei que proporcionou uma hidratação suficiente para os meus cabelos, que são mistos e bem ressecados nas pontas e também os senti mais macios e sem dificuldade para desembaraçar. Ainda mais considerando que eu estava utilizando-o em conjunto com um shampoo bem potente, que tendia a deixar os fios mais secos.

Eu não senti que ele pesou meu cabelo de maneira alguma (e meus fios são finos, pesam fácil), mas não saberia dizer se com um shampoo menos adstringente ele poderia pesar. Acho que dosando a quantidade de produto aplicado e se atentando a esse equilíbrio entre condicionador e shampoo, sem problema algum.

De um modo geral, gostei demais do produto e apesar de não conhecer a marca, foi uma experiência boa – eu repensaria apenas a embalagem (trocando para bisnaga).

Você pode comprar encontrar esse condicionador aqui.

Uma vista à loja da Lush em São Paulo

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Logo que a Lush reinaugurou no Brasil fui correndo até a loja conferir. Queria ter feito esse post antes, mas acabei me enrolando com mil afazeres e só agora eu pude trazer para cá (sim, MESES de atraso). Desculpem!

Para quem não conhece, a Lush é uma marca inglesa de produtos artesanais. Além do principal atrativo, que é a proposta dos produtos artesanais, a Lush se destaca por ser uma empresa que não só não realiza testes em animais ou usa qualquer ingrediente que tenha sido testado, como também realiza campanhas e projetos no combate à prática. Dois exemplos são a famosa campanha em que uma mulher se submete, em público, a procedimentos usados em testes em animais  e o Lush Prize, prêmio concedido ao grupo ou cientista que trouxer avanços em relação à fim do uso de animais para testes de toxicidade.

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Algo que achei incrível foi a empresa ter conseguido aliar o conceito do artesanal com produção em grande escala, sem perder a singularidade de todo o processo manual e a valorização de cada trabalhador. Tanto é que cada embalagem, como vocês podem ver na foto acima, recebe um selo com o rosto e o nome de quem produziu o produto. Sensacional, não?

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Outro valor da empresa que me chamou atenção foi o comprometimento com o comércio justo. A Lush tem como um de seus fornecedores de matéria prima a Comunidade da Paz de São José do Apartado, no noroeste da Colômbia – comunidade fundada como uma resistência  ao cenário de violência e intimidação. A empresa ajuda no desenvolvimento econômico da comunidade e também apoia as organizações de direitos humanos, como a Peace Brigade International, a manter a estabilidade na região. A barra de massagem Peace leva esse nome em homenagem à comunidade e ao cacau que é proveniente dela!

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Falando em aspectos mais técnicos, aproximadamente 3/4 dos produtos da Lush são auto-conservantes. Para tanto, eles têm optado por solidificar alguns produtos (micróbios precisam de água. Sem água, mais difícil a proliferação!), usar ativos naturais (argila, mel, sal, etc.) e, quando usam ingredientes sinéticos, usam em pouca quantidade. Não sou a favor do uso de qualquer conservante sintético, quem acompanha o blog já está careca de saber, mas apesar de usá-los, a própria Lush reconhece que, hoje, a demanda por produtos mais naturais e menos nocivos é grande. Por conta disso, têm retirado de suas fórmulas esses ingredientes polêmicos e recorrido a alternativas mais naturais para conservar seus produtos.

Por falar em ingredientes e eu sei que vão perguntar, a Lush não é uma marca orgânica, tampouco totalmente natural. Alguns produtos contém surfactantes sintéticos, parabenos, etanolaminas, fenoxietanol e diversos ingredientes polêmicos (se você não sabe muito sobre porque eles são polêmicos, veja esse post). No entanto, as fórmulas são predominantemente compostas por ingredientes naturais, o que é um avanço para uma marca com alcance mundial.

Outros dados importantes é que mais da metade dos produtos da Lush são veganos. Na loja e nos cosméticos, selos sinalizam se o produto é vegano ou não – o que é bem bacana. Está nos planos da empresa se tornar vegana, mas creio que será um processo demorado. Aguardemos!

Quando visitei a loja, recebi um catálogo com várias informações da marca, bem como as composições de quase todos os produtos. Separei abaixo quais deles as fórmulas são bem tranquilas e podem interessar para vocês (se você fuçar no site internacional da marca, acharará a composição de todos os itens citados). Segue:

  • Sabonetes:

- Movis Vitamin E Facial Soap*

  • Para os pés

- Stepping Stone (esfoliante para os pés)

- T For Toes (pó desodorizante)

  • Máscaras faciais e corporais

- Mask of Magnaminty

  • Barras de massagem 

- Each Peach

- Wiccy Magic Muscles

- Therapy

- Peace

  • Bálsamo Multiuso

- Ultrabalm

  • Esfoliantes faciais 

- Let The Good Times Roll

- Herbalism

- Angels On Bare Skin

  • Tônico Facial Sólido 

- Tea Tree Toner Tab

  • Serum Facial Sólido 

- Full Of Grace

  • Máscaras Faciais Frescas

- Love Lettuce

- Cosmetic Warrior

  • Bálsamos Labiais 

- Lip Service

- None of your Beeswax

  • Tintura Labial

- Latte

Também tive a oportunidade de visitar o Lush SPA, que fica no andar superior da loja. Infelizmente não tive um dia de princesa do Netinho lá, mas fiquei encantada com o espaço. É possível receber massagem e tratamentos com os produtos da marca, tudo feito de maneira diferenciada para cada cliente, de acordo com suas necessidades. Por exemplo: se você está estressada e afim de um tratamento relaxante, os profissionais irão agir de acordo com essa necessidade. Achei sensacional e espero poder experimentar.

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Para quem quiser visitar a loja, fica na Rua da Consolação (n° 3459), próxima à Oscar Freire. Vale a pena conferir!

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Papeis de presente feitos de tecido. Também servem como acessório para roupa (lenço para usar no pescoço, por exemplo!)

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Sumi, mas estou de volta!

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Não me matem. Eu sei que eu desapareci do mapa e que não atualizo o blog há meses. Deveria ter me manifestado antes, mas acabei me enrolando e bom, cá estou. Peço imensas desculpas pela falta de novas postagens. Depois que entrei na faculdade, saí do interior e me mudei para São Paulo, minha vida virou de cabeça para o ar. É difícil ter tempo. Quando tenho, estou tão cansada que ou só penso em descansar, ou dou um jeito de sair e espairecer. O blog é e sempre foi algo muito gratificante e prazeroso para mim, mas é inegável que cuidar dele nunca foi fácil. No final das contas, acumulei mais coisas do que podia dar conta – e para não fazer algo “mais ou menos”, acabei optando por não atualizar mais. Sempre prezei muito pela qualidade das postagens e temia que, na tentativa de atualizar mesmo assim, pudesse desapontar os leitores. Mas, ao sumir, acabei desapontando igualmente. Desculpa!

Por diversas limitações, não poderei, por enquanto, voltar ao ritmo de antes e nem fazer postagens tão elaboradas quanto eu gostaria. Mas tentarei manter uma certa frequência das postagens, nem que seja para publicar apenas resenhas de produtos, por enquanto. Eu confesso não me identificar muito com esse modelo, acho que acaba ficando cansativo, mas eu também não quero mais ficar longe daqui.

Conto com a compreensão de vocês e ó, senti muita falta! <3