Pílula Anticoncepcional: tomar ou não tomar?

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Creio que dúvidas a respeito de anticoncepcionais estão entre as que mais recebo aqui no blog, disparado. Algumas relacionadas ao fato de que todas as marcas disponíveis no mercado testam em animais, algumas ao fato de que inexistem (me corrijam se eu estiver errada!) pílulas que tenham fórmula sem ingredientes de origem animal, mas principalmente relacionadas aos diversos efeitos colaterais que esse remédio traz.

Antes de mais nada, enquanto feminista, acho imprescindível salientar a importância da pílula anticoncepcional no que diz respeito ao planejamento familiar, à emancipação feminina e à libertação sexual da mulher. Desde o seu surgimento, na década de 1960, esse método contraceptivo contribuiu demais para que pudéssemos escolher ou não ter filhos, para que o tabu do sexo livre, fora do contexto da reprodução e do casamento, pudesse ser de alguma forma desconstruído. É óbvio que o machismo ainda existe e a mulher não é exatamente livre. Mas é inegável que tivemos avanços nesse sentido e a pílula foi parte disso.

Enquanto defensora de um estilo de vida mais natural, é meu papel alertar a respeito dos perigos relacionados a esse remédio. O uso da pílula anticoncepcional está associado ao aumento do risco de câncer de mama, trombose, diminuição da libido, doenças cardiovasculares, distúrbios psicológicos, entre outros efeitos que podem ser conferidos na própria bula. Claro que existem fatores que fazem os riscos serem maiores ou menores, mas são efeitos colaterais que devem ser mencionados – existe até uma página chamada “Vítimas de anticoncepcionais” que relata casos de mulheres que foram afetadas pela pílula. E, claro, enquanto vegana e ativista, não preciso nem dizer que não sou à favor da exploração animal nos testes laboratoriais e na composição desses remédios.

Retornando ao campo do feminismo, é interessante falar do machismo que permeia esse assunto dos métodos contraceptivos. Na maioria das vezes, todo o peso de evitar a gravidez recai sobre a mulher. É ela quem tem que se virar quando o homem não quer ou se adapta aos preservativos e em alguns casos se vê obrigada a tomar um remédio que pode arriscar a sua saúde, mesmo não querendo. Optar por tomar anticoncepcional jamais deveria ser uma escolha feita à luz do receio e do medo, mas sim fruto de uma escolha consciente e livre.

No entanto, não estou aqui para dar enfoque ao que eu penso enquanto ativista e adepta de um estilo de vida mais natural. Estou aqui para falar da minha experiência pessoal. Eu, Nyle, depois de resistir por anos, há alguns meses cedi e desde então tenho feito uso de anticoncepcionais de baixa dosagem. Não foi uma decisão fácil considerando tudo em que acredito, mas sabendo que é um dilema que afeta muitas leitoras e amigas, achei interessante expor o que me levou a tomar essa decisão.

Por duas vezes tive acidentes usando preservativos e, porque eu não tomava nada, tive que recorrer ao uso da bigorna de hormônios chamada pílula do dia seguinte. Na fase da vida em que me encontro, sendo tão nova e fazendo faculdade, ter uma criança não era (e não é), nem em sonho, viável. Como moro em um país que cerceia a minha autonomia sobre o meu próprio corpo, eu também não poderia interromper a gravidez, caso ela viesse acontecer.

Quantas vezes mais durante a vida eu teria que recorrer a um remédio tão devastador para o organismo, que me trouxe zilhões de efeitos colaterais, bagunçando meu organismo por meses? Estando em um relacionamento estável e querendo não usar preservativos, o que eu faria? Me arriscaria, passando sufoco todo mês? Depois de pensar muito nessas questões, considerar a minha vida sexual, outros métodos contraceptivos, o meu projeto de vida e enfim, diversas coisas que nem caberiam nesse post, decidi começar a usar.

Estou ciente dos riscos que corro e prossigo procurando outras alternativas e métodos contraceptivos que sejam menos arriscados, que atendam às minhas necessidades pessoais e não envolvam exploração animal. Também tenho cuidado da minha saúde para eu possa estar exposta, claro.Não julgo ser a melhor escolha, mas é a escolha que me atende nesse momento. O único conselho que dou para aquelas que já usam pílula ou querem usar é que conversem com o(a) seu/sua ginecologista para usar anticoncepcional de baixa dosagem de hormônios, que são mais caros mas menos nocivos.

Por fim, sei que o julgamento de algumas pessoas será inevitável, já que esperavam de mim outra postura. Mas, decidi falar sobre isso justamente porque nesse meio (veganismo e/ou estilo de vida mais natural) é um assunto tabu e as discussões sempre giram em torno de questões éticas diversas, questões de saúde diversas, mas raramente em torno de algo que julgo importante acima de tudo: o direito de escolha da mulher e o que ela julga ser melhor para ela.

Shampoo Lippia Alba da Herbia (nova versão)

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Lembram que eu já havia testado – e infelizmente não me dado bem – com o shampoo Lippia Alba da Herbia? Recentemente recebi da marca um pacote e no meio dos produtos estava esse shampoo, que agora está com embalagem nova e, se não me engano, passou por reformulação. Notei diversas mudanças no produto: antes, a textura era quase gelatinosa, o que fazia o produto render pouco e espalhar com dificuldade. Agora o shampoo está bem menos denso, além de espalhar e render melhor.

A fragrância, que é cítrica e herbácea, continua deliciosa e perfumando os cabelos como antes. “Parece cheiro de bala de hortelã, sei lá”, segundo uma colega minha que deu uma cafungada na embalagem. Por falar em embalagem, a mudança que a Herbia fez foi extremamente feliz: a nova versão, além de ter uma apresentação bem bacana, permite dosar o produto com mais facilidade.

Mas a minha surpresa maior foi a mudança de desempenho do produto no meu cabelo. Não sei se foi porque a fórmula mudou, se mudou, ou se é o meu cabelo que anda melhor e menos oleoso, mas o poder de limpeza, a espuma e o controle de oleosidade do produto estão bem melhores! Também percebo o meu cabelo mais macio e brilhoso quando uso.

De um modo geral, acho que é um produto interessante para quem tem cabelo normal ou misto e está procurando um shampoo 100% natural. Para cabelo secos, a marca oferece outros produtos que possam atender melhor a essas necessidade. Ah, e recomendo a leitura dessa postagem onde ensino a usar shampoos orgânicos/100% naturais.

O produto pode ser encontrado na loja virtual da marca, em lojas físicas ou em lojas como a Capym Store (eu só não sei se a marca já está vendendo a versão nova. Deem uma conferida no SAC!).

Chegou ao Brasil: absorventes veganos e orgânicos da Natracare (ecoabsorventes)

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Esse ano tem sido de muitas novidades para o mercado de orgânicos no Brasil. Antes da chegada da Natracare ao Brasil, as veganas (ou mulheres que queriam produtos não testados em animais) passavam aperto para comprar absorvente descartável por aqui (já que todas as marcas testam em animais). Felizmente, agora não somos mais obrigadas a recorrer a absorventes convencionais, que são poluentes, testados em animais e nocivos à saúde da mulher.

Os absorventes da Natracare são veganos, hipoalergênicos (isto é, feitos para diminuir o risco de alergias), 95% biodegradáveis,  não testados em animais e confeccionados com algodão orgânico certificado, que permite que a pele “respire”. Em sua composição não levam plástico, superabsorventes de poliacrilatos, derivados de petróleo, ingredientes sintéticos e perfumes. A marca disponibiliza vários modelos de absorventes internos e externos (falo sobre eles no final do post).

Os modelos que a Natracare me enviou para testar foram o Ultra Pads Regular e o Ultrafino. O Ultra Pads Regular é um modelo de absorvente externo com abas, mais fino e indicado para fluxo regular. O Ultrafino é um modelo de absorvente diário que, como o nome mesmo sugere, é bem fino e prioriza a discrição.

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Visualmente e anatomicamente, os absorventes da Natracare não diferem tanto dos convencionais. Achei que têm uma cobertura macia, design interessante, confortável e é perceptível, pela suavidade do material, que são produtos confeccionados para não agredir o corpo da mulher e o meio ambiente. O meu fluxo é regular, porém nos primeiros dias da menstruação ele tende ao médio.

Como o Ultra Pads Regular é mais fino e para fluxos regulares, não me senti tão segura nesses primeiros dias (apenas depois de uns 3 dias, por aí, quando o fluxo ficou mais contido). Não tive vazamentos e nem passei nenhum sufoco, mas não me arrisquei a ficar mais de 3 horas sem trocar de absorvente quando estava fora de casa. De um modo geral, achei que a cobertura de algodão absorve bem e não decepciona. Nem senti falta do absorvente convencional.

A única coisa que eu poderia considerar um possível defeito é que, certamente por priorizar a pegada ecológica do produto, a parte de trás do absorvente não tem cola ao longo dele todo, apenas em algumas partes. Isso não atrapalha na hora de colá-lo na calcinha, mas dificulta fazer um rolinho com ele ao descartar no lixo. É um detalhe que algumas pessoas vão achar irrelevante, eu mesma não me importei tanto, mas vale mencionar e seria legal se fosse diferente.

Para quem tem um fluxo regular/normal de fato, o Ultra Pads Regular cumpre o que promete. Como o meu varia ao longo dos dias da menstruação e tende ao médio no comecinho, eu optaria pelo Ultra Pads Super com Abas, Pads Regular ou Pads Super (falarei desses modelos mais adiante).

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Eu não sou adepta dos absorventes diários. No entanto, em algumas ocasiões e certos dias do ciclo, são extremamente úteis, principalmente quando passamos muito tempo fora de casa por algum motivo. O absorvente diário Ultrafino da Natracare é extremamente discreto, macio e confortável. Das vezes que precisei usar, ele me salvou muito. Se eu precisasse usar todos os dias, seria uma opção bem válida. O único porém dessa versão é que os absorventes não são embalados individualmente, portanto não dá para levar na bolsa sem ser na caixa, que é meio grandinha. Mas para quem faz questão disso, a marca disponibiliza a versão “Normal“, que vem com embalagens individuais.

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De modo geral, gostei demais dos produtos e acho que não é nem de longe uma opção “quebra-galho” em relação aos absorventes convencionais: são produtos que aliam o respeito ao corpo, ao meio ambiente e aos animais sem deixar a qualidade e eficiência de lado. São bem mais caros que os absorventes comuns, é verdade (preços entre R$12 e R$20 cada caixinha), mas todo dinheiro que gastamos em saúde e preservação do meio ambiente e dos animais é um dinheiro bem gasto e com retornos positivos para nós a curto, médio e longo prazo.

Como prometido, abaixo estão os modelos de absorventes disponibilizados pela Natracare:

Absorventes externos Natracare

Os modelos “Ultra Pads” são mais finos e discretos. Já os “Pads” são um pouco mais reforçados e com cobertura “confortavelmente acolchoada”, segundo a marca.

  • Ultra Pads Regular com Abas: tamanho médio (normal) e indicado para fluxos regulares.
  • Ultra Pads Super com Abas: tamanho um pouco mais comprido que o normal e indicado para fluxos médios.
  • Ultra Pads Super Plus sem Abas: tamanho normal e indicado para fluxos intensos. Sem abas.
  • Ultra Pads Long com Abas: maior tamanho disponível e indicado para fluxos intensos.
  • Pads Regular: tamanho normal, sem abas e indicado para fluxo médio.
  • Pads Super: tamanho normal, sem abas e indicado para fluxo intenso.
  • Pads Night Time: tamanho normal, sem abas e indicado para fluxo muito intenso.
  • Dry & Light: indicado para quem sofre com incontinência urinária.

Absorventes diários Natracare

  • Curved: tamanho normal, sem abas. Modelo feito para se adaptar melhor a diversos tipos de roupa íntima.
  • Mini: menor tamanho disponível, sem abas. Para quem quer absoluta discrição.
  • Tanga: tamanho normal, com aba. Indicado para modelos de calcinha fio dental/tanga.
  • Normal: tamanho normal, sem abas. Tem o diferencial de ser embalado individualmente (ao contrário dos outros da linha), o que facilita na hora de levar na bolsa.
  • Ultrafino: tamanho normal, sem abas. Modelo ultrafino.

Absorventes internos Natracare

  • Regular 10: para fluxos normal ou regular. 10 unidades.
  • Regular 20: para fluxos normal ou regular. 20 unidades.
  • Super 10: para fluxos intensos. 10 unidades.
  • Super 20: para fluxos intensos. 20 unidades.
  • Super Plus 20: para fluxos muito intensos. 20 unidades.

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Você pode encontrar os produtos na loja da marca, Lohas Store, ou em lojas como a Beleza do Campo.

Tratamento estético sem testes em animais e usando produtos naturais

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IMG-20141016-WA0005 Eu achava que era meio improvável fazer qualquer tratamento estético sem o uso de produtos que não fossem veganos ou que fossem testados em animais. Não passava pela minha cabeça também que existissem profissionais preocupados em usar produtos orgânicos e não impactar o meio ambiente. Mas aí conheci o trabalho da Francine Pezeta, aqui em São Paulo. A Fran é fisioterapeuta, terapeuta corporal e trabalha com um conceito totalmente diferente, chamado “Estética de Cuidados“.

Os produtos usados por ela não são testados em animais e, se o paciente for vegano, a Fran também oferece produtos para esse tipo de público. Os cosméticos usados no tratamento são naturais (ela trabalha com marcas como Alva, Laszlo e muitas outras famosas nesse nicho de orgânicos), o que é um diferencial incrível. A maioria dos procedimentos estéticos convencionais usam produtos extremamente agressivos para a saúde e para o meio ambiente, além de serem testados em animais.

Através do conceito do “slow beauty”, ela procura não só cuidar esteticamente do paciente, mas proporcionar bem-estar. Tudo no tratamento é pensado para trazer conforto, tranquilidade – enfim, cuidar do corpo e da mente. Para tanto, Francine faz uso de um tratamento individualizado, de acordo com as necessidades de cada um e também utiliza óleos essenciais, quando necessário. Para quem não conhece, óleos essenciais são formados por compostos químicos voláteis que concentram todas as propriedades das plantas das quais ele é extraído. São extremamente poderosos e apenas algumas gotas são capazes de trazer benefícios perceptíveis no corpo, fisicamente e psicologicamente.

Há algumas semanas concluí meu tratamento com ela e hoje venho contar como foi! Confere:

Tratamento com Fotomodulação

A fotomodulação utiliza laser de baixa potência para trazer benefícios à pele (e também pode ser combinado a outros produtos, como cosméticos, para trazer maiores resultados). De acordo com a apresentação do tratamento, “a fotomodulação é indicada para rejuvenescimento facial, manchas de sol, marcas de expressão, acne, olheiras. Tem ação antioxidante, despigmentante, bactericida e anti-inflamatória. Tem ainda efeito tensor e clareador. Pode ser realizado em qualquer fototipo de pele, em mulheres e homens.”

São usados dois tipos de luz, de acordo com a necessidade do paciente, a luz vermelha e a luz azul. A luz vermelha tem efeito anti-inflamatório e anestésico. A luz azul tem efeito bactericida, tensor (combate a flacidez da pele) e iluminador. Apesar de envolver o laser (o que põe medo em muita gente), o tratamento é rápido, indolor e não nocivo para a saúde. Uma sessão costuma a durar cerca de 1 hora e dá até para dormir na maca, de tão tranquilo que é!

Os Resultados

Foram umas 9 sessões, ao todo. Infelizmente, ao longo do tratamento, eu e a Fran não tínhamos nenhuma câmera para tirar fotos, só nossos celulares mesmo. No entanto, a baixa resolução não captava a diferença na pele em relação à textura, luminosidade, linhas de expressão, etc. De qualquer forma, eu fiquei bem atenta aos efeitos e anotei tudo para não esquecer de nada!

Quando comecei o tratamento eu estava com algumas manchinhas de espinha na testa, espinhas pontuais no rosto (nada tão problemático) e linhas de expressão mais evidentes, uma na testa e duas ao redor da boca (o famoso “bigode chinês”). Claro que, como tenho 21 anos, essas linhas não eram rugas profundas e extremamente visíveis. Mas dava para perceber e me incomodavam um pouco.

Nas primeiras sessões pude perceber melhoras nas espinhas, que desinflamaram bastante, ficando menos vermelhas. O laser acelerou e muito o processo secativo e, alguns dias depois de cada sessão, elas iam desaparecendo aos poucos. A maciez da pele (devido à esfoliação que a Fran fez junto ao laser e também à atividade hidratante que ele tem) foi perceptível. Outra coisa que notei bastante desde a primeira sessão foi o brilho que o tratamento dá à pele. O topo das minhas maçãs do rosto ficaram mais luminosas, o que eu achei demais.

Do meio para o final do tratamento, passei a notar diferenças maiores em relação às linhas de expressão e manchas. As manchinhas de espinha da minha testa clarearam bastante e as linhas de expressão foram atenuadas. Nada milagroso, é claro, mas eu senti uma diferença considerável, ficaram bastante sutis. Atualmente, depois das sessões feitas, as espinhas melhoraram uns 90%. As manchas estão quase imperceptíveis, assim como as linhas de expressão que me incomodavam. A pele está mais uniforme e luminosa.

Não dá para dizer que minha pele está perfeita e que nunca mais farei nenhuma intervenção estética nela. Vale lembrar que procedimentos que deixam a pele absurdamente perfeita geralmente custam caro e não falo do preço que envolve dinheiro: são tratamentos que intervêm agressivamente na pele/corpo e, a longo prazo, trazem consequências negativas para ambos. Dentro do respeito ao meu corpo e à minha pele, entendendo que perfeição é utopia, digo que estou extremamente satisfeita com os resultados e me sentindo ainda mais bonita!

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Selfie mocoronga para mostrar um pouco de como minha pele está atualmente, apesar da resolução porca do celular!

Considerações

Assim como não adianta usar um creme para celulite se você continuará se alimentando mal, não praticando atividade física, fumando, etc., não adianta fazer tratamento estético se, fora do consultório, você não cuida minimamente da pele e do corpo. Digo isso porque, no meio do tratamento, eu comecei a me alimentar mal (aka comer pacotes de bolacha recheada com mil gramas de gordura quase todo dia, entre outros crimes) e minha pele ficou uma bostinha, toda oleosa e brotando umas espinhas monstras no intervalo entre as sessões. Levei um puxão de orelha da Fran e, depois que voltei a me alimentar corretamente, meu rosto voltou ao normal.

Portanto, tenha em mente que nenhum tratamento estético faz milagre e o sucesso dos resultados também depende de você. Alimente-se corretamente, cuide de seu rosto (fazendo a limpeza 2x por dia, com produtos adequados para o seu tipo de pele), pratique atividade física, procure manter o equilíbrio emocional (o estresse é terrível para a pele, tanto no sentido de envelhecê-la quanto de agravar espinhas). Se você sofre com acne, não se esqueça de procurar um(a) ginecologista ou urologista para saber se a causa dela não é desequilíbrio hormonal.

 Mais informações

Aqui em São Paulo, a Francine atende na clínica HT Pilates (Avenida São Gualter, 1949, Alto de Pinheiros, São Paulo – SP). Ela faz não só tratamento facial com fotomodulação como também drenagem linfática (fiz e recomendo muito!), massagem, etc. Você pode entrar em contato com ela por e-mail (francineft@gmail.com), nos telefones da clínica (11 2619-9245 e 11 8104-0591) ou por Whatsapp (11 97545-5534). A fotomodulação custa R$ 130 se for sessão única, mas se o paciente quiser fazer fazer o tratamento completo para obter resultados mais expressivos ou um número maior de sessões, ela dá um pequeno desconto. Infelizmente, como os produtos usados são orgânicos/naturais e ela preza por uma estrutura de atendimento mais elaborada para trazer conforto ao paciente, isso tudo encarece o tratamento (embora, no final das contas, valha a pena) e, mesmo querendo, ela não consegue fazer preços tão acessíveis. Mas digo: vale muito a pena!

L’Oréal testa em animais. Boicote!

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Há alguns dias estive com a Nicole, que também é blogueira, e fizemos um vídeo falando sobre a marca L’Oréal e também um pouco sobre os testes em animais. Quer ver? Dá uma olhada (dá pra assistir em alta definição!):

Aprenda a fazer coxinha vegana

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Já foi a época de nutella, bacon (argh), café, doritos, mas esse ano a nossa humilde e famosa coxinha virou vedete. E quem pensa que vegano não come, está redondamente enganado: no final deste post, um vídeo ensina a fazer uma versão sem nada de origem animal, com recheio de proteína texturizada de soja (a “carne” de soja). Já experimentei coxinha vegana de proteína de soja, com recheio de “calabresa” com vegarela (um tipo de mussarela veg), shiitake, shimeji, jaca verde e palmito. Amei todas!

A que rende mais e sai mais em conta é a de proteína de soja, sem dúvida. Mas a mais saborosa e ao mesmo tempo ainda com um bom custo x benefício é a de palmito. Basta comprar um vidro de palmito de boa qualidade (o palmito tem que estar bem macio), escorrer a água, lavar um pouco para sair grande parte do sal e colocar no processador por uns 2 minutos. O processador irá “desfiar” o palmito, deixando com uma aparência semelhante à do frango. No entanto, como o palmito é branco, você pode colocar colorau e curry – que além de dar cor, deixarão o recheio mais saboroso. No liquidificador também é possível fazer isso (talvez você precisará usar um pouco da água da conserva para “dar liga” para bater), mas no processador dá mais certo e menos trabalho.

Ok, chega de papo. Vamos ao vídeo, então?

Essa receita rende mais ou menos um prato cheio de coxinhas pequenas. Dá para deitar e rolar!

 

 

 

 

Hidratante Corporal Linha Sapien Woman da Surya

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Já faz um tempo que a Surya lançou novos produtos, inclusive eu havia visto na feira Naturaltech, mas só agora tive oportunidade de testar algum deles. Para quem não conhece, a linha Sapien Woman da marca é orgânica, vegana e além do uso de ingredientes naturais que nutrem pele e cabelos sem agredir a saúde e o meio ambiente, um diferencial interessante é o uso de fragrância natural a partir de extratos de coco e manga, com toques de baunilha e framboesa.

De fato, assim que coloquei o hidratante na pele pela primeira vez, surtei!! Achei o aroma incrível, levemente adocicado sem ser enjoativo. O toque de baunilha (minha obsessão) não prevalece tanto, acho que o que predomina é a framboesa. Na minha pele não costuma a durar o dia todo, mas noto que fico perfumada por um bom tempinho (duas ou três horas).

A hidratação é suficiente para mim (minha pele é bem seca no corpo) e a absorção não é demorada, embora o creme tenha textura mais consistente. Também não me senti melecada depois da aplicação, em alguns minutos já nem noto mais o produto, percebo apenas maciez e hidratação. Vale notar que o creme tem bom rendimento, espalha fácil na pele.

Enfim, um dos hidratantes que mais gostei por esses tempos! É possível comprá-lo na Capym Store, uma das novas lojas parceiras aqui do blog. Recebi um kit de lá recentemente e achei a Daniela, dona da loja, uma querida, extremamente atenciosa. Vale a pena conhecer.